Desde o início da história, as revoluções culturais são marcadas pelo surgimento de elementos ou estruturas físicas que são introduzidos no dia a dia da sociedade e, em determinado momento, marcam a mudança do curso da história. Foi assim com a roda, o fogo, a pólvora, a prensa gráfica, as grandes máquinas industriais, a internet e voilá a dupla big data + IoT.

Como toda revolução cultural é marcada por pioneiros e derradeiros, enquanto uns abraçam a mudança no início, outros resistem o máximo que conseguem, e ainda outros morrem no meio do caminho, por não conseguirem se encaixar nesse novo momento da história.

Quando olhamos para a revolução que vivemos, a tendência é que esse cenário se repita e muitas empresas não saibam, sequer, por onde começar: elas ainda não se adaptaram à revolução da internet e o cloud world que ela criou, mas já precisam de alinhar à nova onda revolucionária que se apresenta no horizonte.

Olhar para o futuro dos negócios sem levar em consideração a dupla Big Data e IoT é como olhar para o passado sem levar em consideração as máquinas da revolução industrial.

Date of things

Por mais absurdo que pareça, o que vivemos hoje com relação a Big Data é apenas o início de um universo que começa a ser explorado. Os milhares de dados gerados a cada dia através de um número cada vez maior de pessoas conectadas a sites e apps transformam-se em perguntas infinitas para gestores que buscam uma interpretação eficiente e assertiva desse cenário.

Em uma abstração rápida, imagine o volume de informação entregue através de instrumentos diários de captação: sensores nas ruas, shoppings, mercados; dados gerados por roupas, óculos e relógios. Cada vez mais, todas as coisas contribuem para abastecer uma imensidão de movimentos gerados pelo alvo de todas as empresas: clientes.

Social Decipher

Mais uma vez, use a imaginação e viaje conosco. Milhares de dados presentes em inúmeros dashboards: cada cruzamento, um olhar e uma fatia de mercado sendo decifrada. Um público específico de consumo é apresentado à procura de uma solução de negócio.

Tudo isso fora das amostragens empirícas, dos modelos restritos de análise de público que ainda são utilizados. Essa não é mais uma realidade distante, pelo contrário. Diferente dos carros voadores dos Jetsons, ela já está presente em nosso meio, à procura de profissionais ousados o suficiente para adentrar nesse universo selvagem dos dados. Mas antes da ousadia, é necessário haver um preparo:

Estrutura Física

Para alcançar a melhor relação custo-benefício, é necessário trabalhar com o conceito de processamento distribuído, ou seja fazer um pré-tratamento dos dados o mais próximo possível da origem, enviá-lo para o Core de informações da maneira rápida e segura, e transformá-lo rapidamente em informação.

Capacitação Humana

O aculturamento acontece em etapas. A primeira é pautada pelo choque entre percepção de como as coisas deveriam funcionar, e como de fato os dados apontam que elas funcionam, num segundo momento é o foco se torna o amadurecimento na estruturação dos dados que apoiam de verdade a transformação do negócio. O que permite uma melhor relação dos gestores com a recepção de dados em larga escala e a equipe alcance os objetivos almejados.

Planejamento Estratégico

Para que o projeto aconteça dentro de um ciclo virtuoso de desenvolvimento é preciso

E o resultado? Irá depender da capacidade de cada negócio em mergulhar e se transformar durante essa jornada.

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